Anel intraestromal – Mitos e verdades

Anel intraestromal – Mitos e verdades

Veja alguns mitos e verdade sobre o Anel intraestromal:

1- O anel evita o transplante de córnea?

Verdade – O anel é uma das terapias que mais evita o transplante de córnea. Mas, tudo depende do grau do ceratocone no momento da indicação do implante. O oftalmologista especializado em córnea consegue ter uma expectativa do resultado antes do procedimento.

2 – O anel intraestromal melhora o ceratocone?

Verdade – O anel intraestromal aplana a curvatura da córnea e melhora a visão de quem tem ceratocone. Porém, o seguimento deve ser rigoroso para avaliar a estabilização do quadro.

3 – O implante de anel estabiliza o ceratocone?

Mito – A única terapia que estabiliza o ceratocone é o crosslinking do colágeno corneano. O implante de anel pode colaborar com a estabilização em até 70% dos casos.

4 – O resultado do implante de anel intraestromal independe da técnica cirúrgica?

Mito – O implante com o laser de femtosegundo torna o procedimento mais preciso e previsível porque calcula com maior exatidão o posicionamento do anel na córnea. Mas, a técnica manual ainda é utilizada.

5 – O implante do anel é um procedimento personalizado?

Verdade – O especialista determina o tipo de anel a ser implantado em cada paciente de acordo com o grau da miopia, hipermetropia e astigmatismo, e ainda de acordo com o padrão da topografia, distribuição do ceratocone na córnea, espessura e irregularidades da córnea.

6- O anel é indicado para várias doenças da córnea além do ceratocone?

Verdade – O anel intraestromal também é indicado para melhorar a visão de quem passou por transplante de córnea, na correção de ectasia corneana após cirurgia refrativa ou relacionada à degeneração marginal pelúcida outra doença que provoca o adelgaçamento da córnea.

 

 

 

 

Dra. Erika Christina Canarim Martha de Pinho. CRM: 91761

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